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Category Archives: Aleatoriedades

Final de ano!

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É simples, mas é de coração. ;)

Cartão de Natal

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Manifesto para o ano novo

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Faz tempo que eu não posto nada de aleatoriedades, então vou me valer disso.

Esse ano não vou fazer imagem de Feliz Natal e Próspero Ano Novo. Tenho outras coisas que gostaria de passar para frente que acho muito mais relevantes que mensagens positivas.

Acho que estou ficando velha, mas seja por isso ou não, tem algumas coisas que andam me cansando muito ultimamente. Aquelas coisas que no começo são legais, mas depois… acho que simplesmente deixam de ser e as pessoas não percebem.

Cansei da cultura da grosseria. Aquela onde as pessoas se xingam quando se gostam, que se respondem rispidamente, que mandam tomar naquele lugar como agradecimento. Era engraçado há um tempo atrás, agora é só… grosseria. Sinto falta do tempo em que um presente gerava um sorriso e um abraço. Que as pessoas diziam que sentiam falta umas das outras e que poderíamos dizer as coisas sem ficar se preocupando com duplos sentidos.

Aliás, cansei disso também do duplo sentido. De ter que cuidar tudo que digo para que as pessoas não esqueçam o verdadeiro sentido da minha frase e comecem a rir todas ao mesmo tempo e nunca mais esquecer.

Cansei disso de as pessoas não falarem as coisas que pensam para mim, mas saber que elas falam para os outros quando eu não estou ouvindo.

Cansei da cultura nacional do ganha-perde. Onde as pessoas só acham que estão ganhando na vida se estiverem passando alguém para trás.

Desejo (para mim e para vocês!) um ano novo mais sincero. Com sorrisos mais sinceros e conversas mais sinceras.

Já pode?

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Amigos Inimigos

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Tem coisas que acontecem na vida que a gente simplesmente não explica. Você deve ter alguma experiência pela qual passou que, não adianta o quanto tente, não consegue passar para as pessoas qual é a sensação. É tipo “quando foi a última vez que você fez algo pela primeira vez”, sabe?

Hoje fui a Joinville/SC. É aqui pertinho de Blumenau. Fui à Feira do Livro para visitar o stand de uma amiga de longuíssima data minha, a Vanessa – ela está lá autografando o seu primeiro livro, “Amigos Inimigos”.

Capa do livro - fotinho de Instagram, não reparem.

Tudo bem, um livro de uma amiga. Daí você diz “não deve ser nada assim tão extraordinário, muita gente escreve muito livro por aí”.

Mas não é só uma amiga escrevendo só mais um livro. O livro Amigos Inimigos é um livro baseado na minha amizade com a Vanessa e nossos tempos de fanzineiras. Se você já navegou aqui pelo site já deve ter visto minha mini-série “Meu Melhor Amigo”. Tá tudo lá, junto com os fanzines da Vanessa.

Li o livro hoje a tarde, me senti com 16 anos e chorei no final.

Fiz essa rápida reprodução de um detalhe da história. ;)

Não é sempre que se é citado nos agradecimentos de um livro, nem que se volta à adolescência do jeito que a Vanessa me fez voltar hoje. Não é sempre que a gente descobre que fez alguma diferença na vida de alguém (principalmente se esse alguém FEZ toda a diferença na sua vida).

Eu e a Vanessa. (gente, como eu sou baixinha!)

Fica a dica para quem curte Shoujo-manga. ;)

 

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Como ser um bom desenhista?

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Não é a primeira vez que toco nesse assunto aqui no blog, mas é um assunto que nunca cansa.

Galera que desenha tá acostumado a ouvir essas perguntas: “Nossa, você desenha tão bem, onde você aprendeu?” “Você fez curso?” “Faz uma boneca minha?” (ok, essa última acontece mais comigo por meu traço ser mais feminino).

Então esse post vai ser curtinho, mas com uma dica sensacional da autora Betty Edwards:

Você aprende a desenhar a partir do momento que aprende a enxergar.

Deixa eu explicar: Se eu chegar para você (aspirante a desenhista) e disser “filho(a), desenha um rosto aqui nesse papel, por favor?”, existem grandes chances de sair algo semelhante a isso:

Desenho feito por Ken Darnell, em 05/02/1974

Dois olhos, um nariz bem no meio, boca logo abaixo, formato do rosto, cabelos. É isso que você sabe sobre como um rosto deve ser, certo?

Bom, aí está o problema. Você não está desenhando um rosto como seus olhos vêem, e sim como seu cérebro se lembra.

Este desenhista que fez esse desenho acima, após fazer um curso com a autora do livro “Desenhando com o lado direito do cérebro” fez este desenho:

Tendo terminado o curso original, Ken fez este desenho cerca de um ano depois.

“Ah, mas isso é dom” você diz. Eu digo que é desapego. Ken se desapegou das suas memórias de como são as coisas e passou a olhá-las com mais atenção, e a reproduzir elas no papel, conforme via.

Claro, existe neste desenho uma ótima técnica de sombreamento com grafite, mas isso é coisa que se aprende naturalmente com tempo e treino.

“Mimimi, mas eu quero desenhar mangá! Não essas pessoas realistas!”. Primeiro entenda como as coisas são. Depois aprenda a distorcê-las! Desenhos estilizados em geral são exageros da realidade: se você não conhecer a realidade, vai exagerar como?!

Deu pra sacar?

Agora vamo lá gente, só desenha quem quer. Você pode adquirir o livro “Desenhando com o lado direito do cérebro” aqui ou aqui, ou pode até baixar uma versão antiga dele em PDF aqui (mas eu aconselho comprar, o livro é bom demais para ficar vendo na tela).

Bom treino!

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24 Horas na Esquina do Pecado e enchente em Blumenau

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Muita coisa aconteceu nesses últimos dias.

Hoje, 11 de setembro de 2011, enquanto muita gente relembra os atentados às Torres Gêmeas nos EUA, o pessoal aqui de Blumenau, minha cidade, limpa lama e separa o que sobrou da mais recente enchente.

O Rio Itajaí-Açú, que corta a cidade inteira, subiu 12,60 metros acima do seu leito normal. Parece que foi a enchente mais alta dos últimos 20 anos (sim, enchente por aqui é meio rotina já). Depois de passar 3 dias sem fornecimento de água e energia elétrica, ilhada no apartamento, eu começo a dar valor à coisas bem tolas da vida – até porque eu tive muita sorte, teve gente que perdeu tudo na água.

Esquina da Max Hering com a Alexandre Caetano, no Victor Konder Estacionamento da FURB na Max Hering A FURB, a passarela e o Obs, debaixo d'água
(fotos minhas. Clique para ampliar.)

Mas bola pra frente, né gente?

 

Mudando para um assunto mais interessante, semana passada recebi finalmente o primeiro livro da minha mãe.

Sim, bem isso, minha mãe, jornalista, perua, gatíssima, agora também escritora!! \o/

Daí, claro que a metida aqui fez a capa né?

Capa do livro  A gata metida e o livro

Ilustração da capa - Normalista do Dom Diogo de Souza

O livro “24 Horas na Esquina do Pecado” é um relato histórico dos acontecimentos que rodearam a Rua Adão Baino, esquina com Avenida Assis Brasil, em Porto Alegre, na Zona Norte. A ilustração da capa é uma estudante do curso “normal” da Escola Dom Diogo de Souza, que fica na tal Esquina do Pecado do qual se refere o livro, nos anos 70.

O livro é uma publicação totalmente independente, por isso não tem como eu passar nenhum link de compra online, mas se alguém estiver interessado, pode mandar um e-mail direto para autora, Arlete Teixeira (minha mamis!) e conversar com ela. ;)

Uma boa semana a todos!

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The Speech

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Porque tem coisas que não dá pra deixar pra depois né?

 

The Speech

The Speech

Juro que eu vi essa cena acontecendo ontem depois do discurso. XD

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